Friends and Changes

I came across this phrase a few days ago and it really stuck with me because I know exactly what it is talking about!

For YEARS in my life I was afraid of being exactly who I am for fear of losing friendships. I forced myself to be someone I wasn’t, someone I wasn’t proud of, I would wake up every day, look at myself in the mirror, take a deep breath and put on a “mask”, a facade, to pretend everything was ok.

I would laugh at things I didn’t think were funny, I would hear horrible comments about other people and not say a single thing, I let people who were absolutely nothing special act like they were better than other people without saying a word.

Until one day I got tired of it, I got tired of laughing at stuff that wasn’t funny, got tired of trying to please everyone. I was one of those lucky kids who got the chance to do two exchange programs, the ones that last a month, with people I had never seen before, and at those, I was who I actually wanted to be.

I was myself, weird, funny, a clown, grumpy. I learned so much about different cultures and different realities, I saw that the world was much bigger than that life we had at school.

When I returned from one of those programs I decided to simply be me, the Barbara that was free of judgments, that knew that the world was made up of different people and that was the beauty of it!

And at that time I lost SEVERAL “friends”, but the ones who stuck around and took me in showed me that I can be whoever I want to be and they will still love me.

People that, even though they didn’t fully understand where I was coming from, supported me and urged to learn, they might have taken their own time, but they learned to see the beauty in the differences, learned to judge less.

People that, in their own way, make the world a better place, and a more beautiful one to live, people who allowed me to be who I was fully, that allowed me to choose myself.

And that, my friends, has been the best choice I’ve ever made, and continue to make every single day, it isn’t always easy, but I keep choosing myself 💖

Os amigos e a Mudança

Eu me deparei com essa frase no Instagram esses dias e ela bateu bem forte aqui, porque eu sei exatamente do que ela está falando!

Por ANOS da minha vida tive medo de ser exatamente quem eu era por medo de perder amizades. Eu me forçava a ser uma pessoa que não era, uma pessoa da qual eu não me orgulhava, acordava todos os dias, me olhava no espelho, respirava fundo e colocava a “máscara”, uma fachada para fingir que estava tudo bem.

Ria de piadas que não achava engraçadas, ouvia comentários horríveis sobre outras pessoas e não falava nada, deixava pessoas que não eram absolutamente nada especiais, se sentirem e agirem como se fossem melhores que as outras, sem dar nem um pio.

Até que um dia eu cansei cansei de rir de coisas que não tinham graça, cansei de tentar agradar a todos. Eu fui uma daquelas pessoas que teve MUITA sorte na vida, fiz dois intercâmbios daqueles de um mês, com pessoas que nunca havia visto antes, e neles, eu era eu mesma, era quem eu queria ser.

Era do meu jeitinho, esquisita, engraçada, palhaça, reclamona. Aprendi muito sobre diferentes culturas e diferentes realidades, vi que o mundo era muito mais do que aquela vidinha que levávamos na escola.

Na volta de um desses intercâmbios decidi ser somente eu, a Barbara que era livre de julgamentos, que sabia que o mundo era feito de pessoas diferentes e que isso era lindo.

E naquele momento, eu perdi DIVERSOS “amigos” mas os que ficaram me acolheram e me mostraram que eu posso ser quem eu quiser e eles vão continuar me amando.

Pessoas que, mesmo não compreendendo, me apoiaram e quiseram entender, que podem ter levado um tempo, mas conseguiram ver a beleza das diferenças, e aprenderam a julgar menos as outras pessoas.

Pessoas que, do jeitinho que podem, fazem do mundo um lugar melhor e mais bonito de se viver, pessoas que me permitiram ser quem eu era plenamente, que deixaram que eu me escolhesse!

E essa, meus amigos, foi a melhor escolha que fiz, e continuo fazendo todos os dias, nem sempre é fácil, mas eu continuo me escolhendo 💖

L’Oréal Elseve Hidra (Hyaluronic) Review

Hyaluronic acid has been used in skin care products for years, because of its hydrating power on the skin, it works by attracting water molecules to keep the skin hydrated and filled. Also being responsible for tissue repair and regeneration.

As for the hair, its filling action retains the hydration in the hair fiber for much longer!

With this in mind, it’s no surprise that so many brands are creating a hairline with the active. And today we are here to talk about the L’Oréal Paris range.

I have been using the products for over two weeks now, and I can say that I will be using them for much longer! Since I started using the shampoo and conditioner, my hair is looking more “alive”, the strands have become looser and lighter.

The curls are intact and the hair is looking very well hydrated, which is very important considering that my hair is extremely bleached, and I am always dying it and using general chemistry on it.

Comparing L’Oréal’s shampoo and conditioner with other products on the market that offer the same benefits, it wins points by having a lower price, with a quality as good as the others I’ve tried.

In addition to the shampoo and conditioner, the brand also launched a night hydration product, which can be used on wet or dry hair. It promises to hydrate your hair without weighing it down the next day.

As a moisturizer, it does what it promises, it works very well, but I felt that the strands are a little heavy the next day, it may be that my hair is too thin, and that in thicker hair it works better. For me, the only way to use it is on the day before washing my hair. And the results are wonderful!

That’s all, folks! I hope you enjoyed the review! See you next time!

Kissy kissy bye bye 💕

Resenha L’Oréal Elseve Hidra (Hialurônico)

O ácido hialurônico já vem sendo usado em produtos de skin care há anos, por conta de seu poder de hidratação, na pele, ele age atraindo moléculas de água para manter a pele hidratada e preenchida. Também sendo responsável pela reparação e regeneração de tecidos.

Já nos cabelos, sua ação preenchedores retém a hidratação na fibra capilar por muito mais tempo!

Sabendo disso, não é surpresa nenhuma que tantas marcas estejam criando uma linha capilar com o ativo. E hoje estamos aqui para falar da linha da L’Oréal Paris.

Já estou usando os produtos há mais de duas semanas agora, e posso dizer que vou usá-los por muito mais tempo! Desde que comecei a usar o shampoo e o condicionador, meu cabelo ficou com mais vida, os fios ficaram mais soltos e leves.

Os cachinhos estão intactos e o cabelo está com uma aparência de muito bem hidratado, o que é muito importante, levando em conta que meu cabelo é extremamente descolorido, e estou sempre usando tintas, tonalizantes e química em geral.

Comparando o shampoo e o condicionador da L’Oréal com outros produtos do mercado que oferecem os mesmos benefícios, ele ganha por ter um preço mais baixo, com uma qualidade tão boa quanto os outros que já usei.

Além do shampoo e do condicionador, a marca também lançou um produto de hidratação noturna, que pode ser usado em cabelo molhado ou seco. Ele promete hidratar o cabelo sem deixá-lo pesado no dia seguinte.

Como hidratante, ele cumpre o que promete, funciona muito bem, mas eu senti que os fios ficam sim, um pouco pesados no dia seguinte, pode ser que meu cabelo seja muito fino, e que em cabelos mais grossos ele funcione melhor. Para mim, a única forma de usá-lo é um dia antes de lavar o cabelo. E o resultado é maravilhoso!

Por hoje é só, pessoal! Espero que tenham gostado da resenha! Nos vemos na próxima!

Beijos 💕

About Tattoos

July 25th 2013, the day I got my first tattoo! After so much asking for it, so much thinking, daydreaming, I finally got it! At the peak of my 17 years of age, leaving home to go to college, all I could think about was “freedom”. Today, 43 tattoos later, I think I can finally say that I became what I wanted the most: the tattooed woman that isn’t afraid to express herself and show her marks and her feelings on her skin. If I regret any of them? NEVER! Many of those tattoos were seen as rebel acts and treated as such, so I pride myself in each one that I carry with me, because I am the only one who knows how much I fought to get the FREEDOM of owning my own body. If I would change any? Maybe someday, but regret it? NEVER!

Sobre Tatuagens

25 de Julho de 2013, o dia que eu fiz a minha primeira tatuagem! Depois de tanto pedir, de tanto pensar, imaginar, eu finalmente consegui. No auge dos meus 17 anos, saindo de casa para a faculdade, tudo o que eu conseguia pensar era “liberdade”. Hoje, 43 tatuagens depois, eu acho que posso finalmente dizer que me tornei aquilo que eu mais queria: a mulher toda tatuada que não tem medo de se expressar e de mostrar suas marcas e sentimentos na pele. Se eu me arrependo de alguma? JAMAIS! Muitas dessas tatuagens foram vistas como atos de rebeldia e tratadas como tais, então me orgulho de cada uma que carrego comigo, pois só eu sei o quanto lutei para conseguir a LIBERDADE de ser dona do meu próprio corpo. Se eu mudaria alguma? Talvez um dia, mas me arrepender, JAMAIS!

About my acne

I have received a few questions (from people who were actually concerned and I thank you guys for caring about me) and comments (those weren’t as welcomed) about the little spots on my face.

It’s acne, like the ones you get when you are a teenager. Apparently, some people start having acne after they turn 25 years old (I know, it’s crazy).

If I’m being honest they do not bother me, I know they are there, I literally feel them since some of them can be quite painful, and I’ve been treating them, I’ve been to two dermatologists, but we still haven’t managed to find the perfect formula to get them to go away.

I could wear make up to cover them up, but I really don’t feel like it. I could use photoshop to remove them, but…why? I know we have been taught our entire lives to cover up any “imperfections” that might appear in our bodies.

But in all honesty they only started bothering me after a few “what is that in your face” comments. I’ve already had a talk with myself and I got to the conclusion that: it is normal, 18 year old Barbara would spend hours in front of the mirror and spend tons of money on make up. 25 year old Barbara understands that it is ok, nobody is perfect and I am not bothered for having spots on my face.

That is all.

Sobre minhas espinhas

Eu recebi algumas perguntas (de pessoas que eu sei que estavam apenas preocupadas e muito obrigada por se preocuparem) e comentários (esses já menos bem vindos) sobre as manchinhas no meu rosto.

São espinhas, igual aquelas que temos quando somos adolescentes. Aparentemente algumas pessoas voltam a tê-las depois dos 25 (eu sei, doideira).

De verdade não me incomodam, eu sei que elas estão ali, eu as sinto, algumas são até bem doloridas, e eu venho fazendo tratamento, já fui em dermatologista, mas ainda não encontramos a fórmula mágica que fez com que elas fossem embora.

Eu poderia usar maquiagem para cobri-las, mas de verdade, não tenho vontade. Eu poderia fazer Photoshop e apagá-las, mas…porque? Eu sei que fomos ensinados a apagar qualquer tipo de “imperfeição” que apareça no nosso corpo. Mas de verdade, só começaram a me incomodar depois de algumas perguntas do tipo “o que é isso na sua cara?”.

Mas já sentei comigo mesma e já cheguei à conclusão de que: é normal, a Barbara de 18 anos ficaria horas na frente do espelho e gastaria rios de dinheiro com maquiagem. A Barbara de 25 entendeu que tá tudo bem, ninguém é perfeito, e eu não me incomodo nem um pouco em ter marquinhas na minha cara.

É isso.

Midnight Delirium

Today, as I showered (this is the place where I have the best debates with myself and also the place where I come to my biggest conclusions!) I remembered a time back when I was young. Can you believe I went for around 5 years of my life wearing a jacket or a long sleeve even during the summer?

I did! I’ve always had problems with my arms, they were too weird, too skinny, too long, but so far, I never really paid much attention to any of that, until one day, during my English class, a boy named Apollo (I was around 9 years old, so he was probably younger than me, so don’t come for him ok), who was sitting on the chair next to me and accidentally touched my arm with his, looks down and goes “ew, what are those marks?” And yanks his arms to get them as far away from mine as he could.

I always knew I had those marks, some of them were there ever since I can remember, others were from mosquito bites. And a few were birth marks. Apollo was very white, me, I’m a mix, I know my father’s side of the family comes from Italy, but on my mother’s side, all I know is that my grandpa’s family came from Spain and from my grandmother’s side, my great great grandmother was indigenous, I don’t know where her “husband” was from, but somewhere in Europe, probably.

And that was not the first time I was ashamed of myself, my body, or my skin, but that was the first time someone else expressed pure disgust for it, and that hurt!

So, for years and years after this episode I would wear a jacket or a long sleeve anywhere and everywhere, and if someone ever asked me why, I would say “I can’t loose my style”.

But that’s so crazy, huh? How much things can leave a scar on us, I have now filled my arms with tattoos, and I know that a little bit of the reason behind that was to convince myself not to hide my arms anymore. Instead, teach me to love them, to appreciate them, to be proud of them!

My skin, my color, my marks, are a part of all of us, Brazilians, we are a mixed race, and that is nothing to be ashamed of!

So, I guess that’s all, guys, if you read it until here, I just wanted to say thank you. I’ve aways wanted a place to have those conversations, to share my inner monologues and now, here we are. Thank you for reading, and if you want to talk about anything, hit a girl up!

Delírios da Meia Noite

Hoje enquanto eu estava no banho (é o lugar onde tenho os melhores debates comigo mesma, e de onde tiro minhas maiores conclusões sobre a vida), e lembrei de quando eu era criança, vocês acreditam que por uns 5 anos da minha vida eu usava casaco ou blusa de manga cumprida mesmo no verão?

Pois é! Eu sempre achei meus braços esquisitos, muito finos, muito longos, mas até aí tudo bem, até que um dia, na aula de inglês, um menino chamado Apollo (eu tinha nove anos, ele devia ter menos então não julguem o Apollo), que estava sentado na carteira do lado da minha, acidentalmente encostou no meu braço, olhou pra baixo e falou “eca, o que são essas manchinhas?” e puxou o braço dele com tudo pra longe do meu.

Eu sabia que tinha manchinhas, algumas estavam ali desde que eu me conheço por gente, outras, eram marquinhas de picadas de mosquito. E outras são marquinhas de nascença. O Apollo era branquinho, eu, sou uma mistura, eu sei que um lado da família veio da Itália, no lado da minha mãe, a família do meu avô era Espanhola e a da minha avó era indígena + alguma outra região europeia.

E aquela não foi a primeira vez que eu tive vergonha de mim, do meu corpo, ou da minha pele, mas foi a primeira vez que uma pessoa de fora expressou completo nojo por ela, e aquilo me marcou.

Então por anos depois desse episódio, eu usava casaco no frio, no calor, na piscina e na praia, e quando alguém perguntava o motivo eu falava “não posso perder o estilo”.

Mas é tão louco, né? O quanto as coisas nos marcam, eu hoje enchi meus braços de tatuagens, e uma parte de mim sabe que o motivo disso foi pra quebrar essa vontade de escondê-los. E de ter vontade de mostrá-los, admira-los e verdadeiramente amá-los como eles devem ser amados.

Minha pele, minha cor, minhas manchinhas, são parte de todos nós, brasileiros, misturados, e isso não é motivo de vergonha.

É isso aí, obrigada por lerem até aqui, foi, verdadeiramente um delírio de uma terça-feira à noite, pré feriado, eu nunca encontrava lugares pra ter esse tipo de monólogos, mas agora tenho esse espaço aqui. E muito obrigada caso você queira se juntar a mim e conversar, vou adorar!